Equipe relembra momentos marcantes em 40 anos de Rádio Nacional da Amazônia

  • 02/09/2017 - 09h37

Maíra Heinen

Em 40 anos de funcionamento, a Rádio Nacional da Amazônia coleciona histórias curiosas, viagens, shows e programas com recorde de audiência. Um episódio que marcou a emissora foi o concurso de cartas Cidade contra Cidade, em 1987. Quem explica é a apresentadora Sula Sevilis.


Sonora1: A cidade que mais mandasse cartas, iria receber um show com as pessoas da Rádio Nacional da Amazônia. E aí, de repente, no último dia, às cinco horas da tarde, último momento da gente receber carta, estaciona na porta da rádio um caminhão com 70 mil cartas vindas de uma cidade chamada Dueré, no Tocantins. Foi uma coisa incrível.

 

Sula lembra também de outro sucesso da Nacional da Amazônia, que foi o Encontro com Tia Leninha, com a querida Helena Bortone.

 

Sonora: A tia Leninha foi uma figura exponencial na nossa Rádio Nacional da Amazônia. Ela contava histórias, mas acima de todo ela ensinava através dessas histórias. Ela que escrevia essas histórias e muitas vezes ela adaptava as histórias infantis para a linguagem do nosso povo da amazônia.

 

A Nacional da Amazônia também promovia grandes shows. Um deles foi feito no famoso garimpo de Serra Pelada, no Pará, para apaziguar os ânimos dos trabalhadores. O produtor Renato Lima, que passou a integrar a rádio em 1980, acompanhou a equipe na região e registrou o momento produzindo matérias.

 

Sonora: Mais de 20 mil ou 30 mil garimpeiros assistindo aquela apresentação, vibrando, e o show nunca tinha hora pra acabar, porque as pessoas sempre queria mais, mais e mais. Era assim uma emoção muito grande.

 

No ar atualmente com os programas Viva Maria e Natureza Viva, a apresentadora Mara Régia conta que, numa viagem a trabalho, descobriu que na casa de uma ouvinte havia outra Mara Régia.

 

Sonora: Cheguei na casa de Quênia Silva, lá em Xinguara, ela me pegou pela mão: 'vem, vem conhecer a Mara Régia'. E eu tomei o maio susto. “Mara Régia??”. 'É a semente que você me deu mulher, eu plantei aqui'. E era a árvore que tava lá no quintal dela né. Como a Mara Régia que está em Riozinho do Anfrísio, que é filha do seu Régis, e que foi batizada com meu nome em homenagem. Então todos esses sinais sã a prova de que a gente está cumprindo essa missão maior de fazer uma comunicação pública.

 

São essas e outras histórias que cativam ouvintes e funcionários da Nacional da Amazônia, há 40 anos.

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