No Rio, maioria das mulheres processadas por aborto é pobre, negra e sem antecedente

  • 25/12/2017 - 10h51

Raquel Júnia

Estudo da Defensoria Pública do Rio de Janeiro traçou o perfil de mulheres que respondem pela prática de aborto no estado. A maioria já é mãe, pobre, negra e não tem antecedentes criminais.


A Diretoria de Pesquisa e Acesso à Justiça da Defensoria Pública analisou os processos de 42 mulheres que abortaram sozinhas ou com a ajuda de terceiros.


Confira os detalhes na matéria de Raquel Júnia.

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