Seminário internacional em Brasília debate a situação de pequenos migrantes

  • 14/09/2018 - 14h50

Maíra Heinen

Desnutrição, problemas de saúde e fragilidade emocional. Este é o quadro de muitas crianças e adolescentes migrantes que chegam ao Brasil, vindos da Venezuela.

 

Muitas enfrentam uma longa caminhada até conseguir entrar no país. É o caso de Mileidys Arzola, de 13 anos, que agora mora no Recife.

 


A situação específica desses pequenos migrantes está sendo debatida nesta sexta-feira (14), em Brasília, no Seminário Internacional Crianças e Adolescentes Migrantes, organizado pelo Ministério dos Direitos Humanos.

 

O objetivo é entender o cenário internacional da migração e os impactos causados à crianças e adolescentes, além de levantar as boas práticas na proteção dos direitos de meninos e meninas refugiados, apátridas ou em outra condição migratória.

 

De acordo com o Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Luís Carlos Martins, são várias as questões a serem enfrentadas quando se trata de criança e adolescente migrante.

 


A gestora nacional das Aldeias Infantis, Sandra Greco, ressalta que além das dificuldades materiais, é preciso pensar no psicológico dessas crianças.

 

Participam do seminário, representantes de entidades de diversos organismos internacionais, como a Organização Internacional para Migrações, Unicef, Mercosul e União Europeia.

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