Viva Maria: Livro mostra como tirar da ciência a prática de lidar com as crianças na 1ª infância

  • 06/12/2018 - 10h14

Apresentação Mara Régia

No dia do Laço Branco, em que os homens são chamados à luta pelo fim da violência contra a mulher, Viva Maria, lança um olhar sobre a primeira infância, na certeza de que, frente aos rigores do tempo e da vida, ser criança em nosso país não é nada fácil.

 

O Mapa da Violência contra nossas meninas e meninos não deixa dúvidas. Ser criança no Brasil é arriscado demais. No pódio do desrespeito aos direitos mais elementares, nosso país ocupa sempre as primeiras posições.

 

E nunca é demais lembrar que quem comete violência contra crianças e adolescentes somos nós adultos. Além disso, à luz de uma cidadania capenga, não conseguimos sequer cobrar políticas públicas que possam dar um basta aos maus-tratos, castigos físicos e psicológicos!

 

Não esquecendo que todos esses fatores se constituem em sérios danos ao desenvolvimento das crianças, principalmente na primeira infância e, por isso, ela é uma prioridade!

 

Bem, a partir de hoje, com o lançamento de um livro que é uma verdadeira Bíblia sobre o desenvolvimento das crianças de zero a seis anos, todos nós poderemos nos valer de informações que, da ciência à prática, haverão de assegurar uma vida melhor para as nossas meninas e meninos.

 

“Da ciência à prática” é o nome do livro que será lançado, logo mais, em Brasília. Ele tem 400 páginas e é resultado do trabalho de uma equipe de 20 pessoas que produziram mais de 300 entrevistas.

 

Em relação ao Brasil, os dados foram atualizados pelo projeto Criança Feliz. Coube a Fernanda Vidigal, coordenadora de Programas no Brasil da fundação holandesa Bernard van Leer (totalmente voltada para projetos da primeira infância no mundo), articular a participação de especialistas renomados do mundo todo para compartilhar experiências internacionais no livro. Vamos ouvi-la!

 

 

 

Viva Maria: Programete que aborda assuntos ligados aos direitos das mulheres e outros aspectos da questão de gênero. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores.

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