Além de satélites, confira as músicas e filmes que orbitam a Lua

  • 19/07/2019 - 09h09

Victor Ribeiro

Que a Lua está na órbita da Terra a gente já sabe. Mas o que orbita a Lua?


Além de sondas espaciais que fotografam bem de perto a superfície do satélite natural da Terra, podemos dizer que a música, o cinema e a astrologia também giram em torno da Lua.

 

É verdade que são associações bem pouco científicas, mas muito humanas.

 

Ao som de um tema de John Williams, a Lua protagonizou a cena mais marcante de “E.T.”, em 1982.

 

Inclusive, a Lua está presente no cinema desde que começamos a apreciar as telonas. O clássico “Viagem à Lua” é de 1902. Depois vieram “A Mulher na Lua”, “Destino à Lua”, “O Lado Sombrio da Lua”, “Apollo 13” e, o mais recente, “O Primeiro Homem”.

 

Isso sem contar os filmes de lobisomem, sempre enfeitiçados por ela.

 

Mas, de acordo com astrônomos, o filme que melhor retrata a Lua é “2001: Uma Odisseia no Espaço”, lançado em 1968 - um ano antes da chegada do homem ao satélite.

 

Se no cinema já é assim, imagina quando o assunto é música. De cabeça, eu lembro do Frank Sinatra cantando “Blue Moon”.

 

Do David Bowie, com “Space Oddity”.

 

E do discasso “Dark Side of The Moon”, do Pink Floyd.

 

Além, é claro, daquele passinho para trás do Michael Jackson, o “moonwalk”.

 

E já teve artista dos anos 2000 que lançou música sobre a Lua. Bruno Mars, por exemplo, que tem Marte no sobrenome, acabou conversando com a Lua após ser abandonado.

 

E os Arctic Monkeys abriram um hotel e cassino no local onde o módulo lunar da Apollo 11 pousou, o Mar da Tranquilidade, que, em inglês, é a “Tranquility Base”.

 

Por aqui, Cely Campello fez história ao lançar uma das músicas que inaugurou o rock no Brasil, “Banho de Lua”.

 

O Rei Roberto Carlos foi procurar uma namoradinha, em “Na Lua Não Há”.

 

E Os Paralamas do Sucesso fizeram poesia em “Tendo a Lua”.

 

Ah, só mais dois últimos registros: o que vem da Lua não é lunático, mas lunar ou selene; e, para quem curte astrologia, a Lua fica dois dias e meio em cada signo do zodíaco e, para quem acredita, revela o que existe de mais puro na personalidade de alguém.

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