Defesa de Temer nega interferência em debates sobre decreto dos portos

  • 12/09/2017 - 22h40

Kariane Costa

O presidente Michel Temer se defendeu da abertura de novo inquérito no Supremo em que ele é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

 

Em nota divulgada pelo Palácio nesta terça-feira (12), o presidente afirma que  não teve interferência no debate  que levou à produção do texto do decreto dos portos, e que apenas acatou as decisões técnicas, sem que houvesse qualquer tipo de pressão política.

 

De acordo com o texto do Planalto, nessa discussão participou um grupo de trabalho formado por membros do Ministério dos Transportes, autarquias e quatro associações do setor.

 

Por  determinação do Ministro Luís Roberto Barroso, foi aberta investigação sobre a edição de um decreto sobre portos.

 

A nota diz que ao final do inquérito ficará provado que o presidente não tem nenhum envolvimento em qualquer tipo de irregularidade em relação ao texto.

 

Antes da divulgação da nota, Temer participou de um almoço com empresários.

 

No discurso, o presidente afirmou que, no Brasil, cada um quer derrubar o outro.

 

Nesta quarta-feira (13), Michel Temer recebe líderes do Congresso para tratar da agenda positiva do governo para os próximos quinze dias.

 

O presidente  viaja a Tocantins na próxima quinta-feira (14), onde participa de uma cerimônia de lançamento  da ordem de serviço para início da construção da ponte  sobre o rio Araguaia, em Xambioá, que fica na divisa com o estado do Pará.

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